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Sanções em xeque: acordo de diesel entre EUA e Rússia expõe ineficácia da política energética antirrussa
Sanções em xeque: acordo de diesel entre EUA e Rússia expõe ineficácia da política energética antirrussa
Sputnik Brasil
O acordo entre os Estados Unidos e a Rússia sobre o diesel dá uma lição ao Ocidente, mostrando que as sanções impostas sobre os recursos energéticos russos não... 12.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-12T06:36-0300
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O anúncio feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump, de um acordo em larga escala no setor de energia deve tornar-se uma lição para o Ocidente no desenvolvimento de futuras políticas energéticas.Em sua opinião, a situação indica que as necessidades energéticas podem forçar os países ocidentais a reconsiderar seu enfoque sobre as restrições impostas à Rússia.O analista também advertiu que o próximo inverno pode aumentar a pressão sobre os Estados que enfrentam altos preços de energia e a necessidade de garantir um abastecimento estável de combustível.Na passada sexta-feira (9), o presidente norte-americano, Donald Trump, manteve uma conversa telefônica com o seu homólogo russo, Vladimir Putin. Ao final dela, Trump anunciou que as partes chegaram a um acordo para fornecer diesel russo nos mercados globais. Após esse anúncio, o Departamento do Tesouro retirou o fornecimento de diesel russo aos Estados Unidos das sanções até abril de 2027.Segundo Trump, a Rússia proverá imediatamente mais de 300.000 toneladas de diesel, com outras 500.000 toneladas em novembro e um milhão de toneladas depois. Além disso, a Rússia poderá abastecer três milhões de toneladas de combustível em prazos curtos em função da situação em suas refinarias.
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Sanções em xeque: acordo de diesel entre EUA e Rússia expõe ineficácia da política energética antirrussa
O acordo entre os Estados Unidos e a Rússia sobre o diesel dá uma lição ao Ocidente, mostrando que as sanções impostas sobre os recursos energéticos russos não tiveram o efeito desejado sobre Moscou, mas prejudicam os próprios países que as adotaram, disse à Sputnik o chefe do Centro para o Estudo de Crises na Europa, Nijat Sezgin.
O anúncio feito pelo presidente dos EUA, Donald Trump,
de um acordo em larga escala no setor de energia
deve tornar-se uma lição para o Ocidente no desenvolvimento de futuras políticas energéticas.
"O acordo de Trump com a Rússia sobre o diesel mostrou que as sanções contra os recursos energéticos russos não tiveram o efeito esperado", apontou Sezgin em uma conversa com a agência russa.
Em sua opinião, a situação indica que as necessidades energéticas podem forçar os países ocidentais
a reconsiderar seu enfoque sobre as restrições impostas à Rússia.
O analista também advertiu que o próximo inverno
pode aumentar a pressão sobre os Estados que enfrentam
altos preços de energia e a necessidade de garantir um abastecimento estável de combustível.
Na passada sexta-feira (9), o presidente norte-americano, Donald Trump, manteve uma conversa telefônica com o seu homólogo russo, Vladimir Putin. Ao final dela, Trump anunciou que as partes chegaram a um acordo para fornecer diesel russo nos mercados globais.
Após esse anúncio, o Departamento do Tesouro retirou o fornecimento de diesel russo aos Estados Unidos das sanções até abril de 2027.
Segundo Trump, a Rússia proverá imediatamente mais de 300.000 toneladas de diesel, com outras 500.000 toneladas em novembro e um milhão de toneladas depois. Além disso, a Rússia poderá abastecer três milhões de toneladas de combustível em prazos curtos em função da situação em suas refinarias.
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