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'Exército do Lula': ministro do TSE impede suspensão do canal por Nunes Marques sem aval do plenário
'Exército do Lula': ministro do TSE impede suspensão do canal por Nunes Marques sem aval do plenário
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Na última quinta-feira (22), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, solicitou que Meta*, Google e X explicassem uma possível... 23.10.2026, Sputnik Brasil
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O ministro do TSE, Floriano de Azevedo, decidiu nesta sexta-feira (23) que Nunes Marques não poderá suspender o canal Exército do Lula no WhatsApp (plataforma da Meta*, proibida na Rússia por extremismo) por decisão administrativa da Presidência do Tribunal Eleitoral. Além disso, Azevedo determinou que a medida só pode ser tomada em uma votação em plenário ou no curso de um processo judicial.O pedido atende a um mandado de segurança para evitar a suspensão, restrição ou indisponibilização do canal na rede social. Coordenado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), o grupo conta com mais de 9,6 milhões de seguidores e se tornou um dos principais desafios da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ao longo do segundo turno. Na última semana, a equipe jurídica do senador chegou a conseguir no TSE a suspensão do canal em uma ação que apontava disseminação de informações falsas. Mesmo com auditores da própria Justiça Eleitoral não tendo encontrado essas supostas postagens, a plataforma foi retirada do ar no Brasil.Além disso, o ministro do TSE apontou que a suspensão do grupo a dois dias do segundo turno geraria instabilidade, além de ampliar a desconfiança sobre o tribunal.Nunes Marques solicitou informações em 24 horas sobre a mobilização do canalO presidente do TSE atendeu a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro para verificar se as atividades do grupo apresentam indícios de irregularidades eleitorais. Diante disso, Nunes Marques deu o prazo de 24 horas para que Meta, Google e X expliquem uma possível mobilização coordenada nas redes sociais a partir do canal.A representação aponta que o canal orientaria participantes a impulsionar hashtags em horários determinados, reproduzir mensagens prontas e realizar buscas simultâneas no Google. Entre os episódios citados está uma suposta orientação para que os integrantes pesquisassem a frase "Bolsonaro mandou matar Lula".
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'Exército do Lula': ministro do TSE impede suspensão do canal por Nunes Marques sem aval do plenário
15:53 23.10.2026 (atualizado: 16:55 23.10.2026) Na última quinta-feira (22), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, solicitou que Meta*, Google e X explicassem uma possível mobilização coordenada do canal Exército do Lula em até 24 horas, o que aumentou o temor de uma nova suspensão do grupo a dois dias do segundo turno das eleições.
O
ministro do TSE, Floriano de Azevedo, decidiu nesta sexta-feira (23) que Nunes Marques não poderá suspender o canal Exército do Lula no WhatsApp (plataforma da Meta*, proibida na Rússia por extremismo) por decisão administrativa da Presidência do Tribunal Eleitoral. Além disso, Azevedo determinou que
a medida só pode ser tomada em uma votação em plenário ou no curso de um processo judicial.
"Defiro ainda a liminar para os fins de determinar que a Presidência se abstenha de exercer sua competência administrativa […] para determinar a suspensão, retirada ou restrição do funcionamento do canal designado 'Exército de Lula' até que sobrevenha alguma decisão de plenário em sede jurisdicional que emita decisão neste sentido", cita a decisão.
O pedido atende a um mandado de segurança para evitar a suspensão, restrição ou indisponibilização do canal na rede social. Coordenado pelo
deputado federal André Janones (Rede-MG), o grupo conta com
mais de 9,6 milhões de seguidores e se tornou um dos principais desafios da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) ao longo do segundo turno.
Na última semana, a equipe jurídica do senador chegou a conseguir no TSE a suspensão do canal em uma ação que apontava disseminação de informações falsas. Mesmo com auditores da própria Justiça Eleitoral não tendo encontrado essas supostas postagens, a plataforma foi retirada do ar no Brasil.
Além disso, o ministro do TSE apontou que a suspensão do grupo a dois dias do segundo turno geraria instabilidade, além de ampliar a desconfiança sobre o tribunal.
Nunes Marques solicitou informações em 24 horas sobre a mobilização do canal
O presidente do TSE atendeu a um
pedido da campanha de Flávio Bolsonaro para verificar se as atividades do grupo apresentam indícios de irregularidades eleitorais. Diante disso, Nunes Marques
deu o prazo de 24 horas para que Meta, Google e X expliquem uma possível mobilização coordenada nas redes sociais a partir do canal.
A representação aponta que o canal orientaria participantes a impulsionar hashtags em horários determinados, reproduzir mensagens prontas e realizar buscas simultâneas no Google. Entre os episódios citados está uma suposta orientação para que os integrantes pesquisassem a frase "Bolsonaro mandou matar Lula".
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