https://noticiabrasil.net.br/20261026/55557236.html
Flávio Bolsonaro é intimado pela PF e deve entregar passaportes
Flávio Bolsonaro é intimado pela PF e deve entregar passaportes
Sputnik Brasil
Decisão do STF também impede parlamentar de manter contato com advogado investigado por suspeita de lavagem de dinheiro; senador afirma que medida é tentativa... 26.10.2026, Sputnik Brasil
2026-10-26T18:30-0300
2026-10-26T18:30-0300
2026-10-26T18:46-0300
sputnik brasil
notícias do brasil
willer tomaz
alexandre de moraes
flávio bolsonaro
são paulo
brasília
brasil
polícia federal (pf)
pl
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/0a/0d/55066694_0:161:3071:1888_1920x0_80_0_0_5058cabbbde4062d2716054448de4570.jpg
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi intimado pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (26) a entregar seus passaportes no prazo de 24 horas, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão também determina o cancelamento dos documentos brasileiros do parlamentar, incluindo os diplomáticos, e o proíbe de deixar o país. Flávio ainda está impedido de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado em um inquérito sobre suspeitas de lavagem de dinheiro.Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador afirmou ter sido surpreendido pela intimação ao deixar uma visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar. Flávio questionou a fundamentação da decisão e disse que a medida teria sido motivada por uma declaração de seu irmão, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que na sexta-feira (23) defendeu que ele deixasse o Brasil caso perdesse a eleição presidencial.A determinação de Moraes prevê ainda a inclusão de um alerta migratório no sistema de controle de movimentações internacionais e o envio de comunicação ao Ministério das Relações Exteriores para as providências relativas aos passaportes diplomáticos. Flávio e Tomaz são investigados em um inquérito no STF que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo empresas de apostas e plataformas de pagamento ligadas ao advogado. Na sexta-feira, Moraes determinou o bloqueio de até R$ 6 bilhões em bens e valores vinculados a Tomaz, além da quebra de seus sigilos bancário, fiscal e cambial e da suspensão das atividades de empresas relacionadas a ele.A Polícia Federal investiga, entre outros elementos, uma conta bancária vinculada à companhia Alcazar Holdings, ligada ao advogado, na qual Flávio aparecia com acesso identificado como "master". Os investigadores buscam esclarecer a natureza dessa vinculação e eventual participação do senador em movimentações financeiras. Flávio nega irregularidades, e a defesa de Tomaz afirma que os dois mantêm uma relação de amizade, sem movimentação de recursos entre si.Reação de FlávioO senador afirmou que a decisão judicial foi tomada na noite de domingo (25), após a divulgação do resultado do segundo turno presidencial, e questionou se a medida teria sido adotada caso tivesse vencido a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).No mesmo pronunciamento, Flávio anunciou que pretende pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação da chapa de Lula, sob a alegação de abuso de poder político e econômico durante a campanha. O senador também contestou a prorrogação do horário de votação até as 19h00, determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF, e acusou o governo federal de utilizar recursos públicos para favorecer a reeleição, sem apresentar provas das irregularidades alegadas. Vale ressaltar que o pedido de prorrogação do horário de votação veio por pedidos tanto do Partido dos Trabalhadores (PT) quanto do Partido Liberal (PL).Após a derrota eleitoral, Flávio afirmou que permanecerá no Brasil e organizará a oposição ao próximo governo. Segundo relatos de interlocutores, o senador discutiu a estratégia com aliados em Brasília, entre eles o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o senador Rogério Marinho (PL-RN).Além da investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro, Flávio é alvo de outro inquérito no STF, sob a relatoria do ministro André Mendonça, que apura suspeitas relacionadas ao financiamento do filme "Dark Horse", cinebiografia de Jair Bolsonaro. A PF investiga tratativas entre o senador e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para viabilizar recursos para a produção. Flávio nega irregularidades.
https://noticiabrasil.net.br/20261026/antibolsonarismo-ou-defesa-da-soberania-o-que-foi-mais-importante-na-vitoria-de-lula-55529005.html
são paulo
brasília
brasil
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
2026
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
notícias
br_BR
Sputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
https://cdn.noticiabrasil.net.br/img/07ea/0a/0d/55066694_171:0:2902:2048_1920x0_80_0_0_74941bf91a86f92bc020b5a434119ce2.jpgSputnik Brasil
contato.br@sputniknews.com
+74956456601
MIA „Rossiya Segodnya“
sputnik brasil, willer tomaz, alexandre de moraes, flávio bolsonaro, são paulo, brasília, brasil, polícia federal (pf), pl, supremo tribunal federal (stf)
sputnik brasil, willer tomaz, alexandre de moraes, flávio bolsonaro, são paulo, brasília, brasil, polícia federal (pf), pl, supremo tribunal federal (stf)
Flávio Bolsonaro é intimado pela PF e deve entregar passaportes
18:30 26.10.2026 (atualizado: 18:46 26.10.2026) Decisão do STF também impede parlamentar de manter contato com advogado investigado por suspeita de lavagem de dinheiro; senador afirma que medida é tentativa de intimidação política.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi intimado pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (26) a entregar seus passaportes no prazo de 24 horas, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão também determina o cancelamento dos documentos brasileiros do parlamentar, incluindo os diplomáticos, e o proíbe de deixar o país.
Flávio ainda está impedido de manter contato com o advogado Willer Tomaz, investigado em um inquérito sobre suspeitas de lavagem de dinheiro.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador afirmou ter sido surpreendido pela intimação ao deixar uma visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar. Flávio questionou a fundamentação da decisão e disse que a medida teria sido motivada por uma declaração de seu irmão, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que na sexta-feira (23) defendeu que ele deixasse o Brasil caso perdesse a eleição presidencial.
"Eu nunca pensei em sair do país. Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar. Mas ninguém vai me calar."
A determinação de Moraes prevê ainda a inclusão de um alerta migratório no sistema de controle de movimentações internacionais e o envio de comunicação ao Ministério das Relações Exteriores para as providências relativas aos passaportes diplomáticos.
Flávio e Tomaz são
investigados em um inquérito no STF que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo empresas de apostas e plataformas de pagamento ligadas ao advogado. Na sexta-feira, Moraes determinou o bloqueio de até
R$ 6 bilhões em bens e valores vinculados a Tomaz, além da quebra de seus sigilos bancário, fiscal e cambial e da suspensão das atividades de empresas relacionadas a ele.
A Polícia Federal investiga, entre outros elementos, uma conta bancária vinculada à companhia Alcazar Holdings, ligada ao advogado, na qual Flávio aparecia com acesso identificado como "master". Os investigadores buscam esclarecer a natureza dessa vinculação e eventual participação do senador em movimentações financeiras.
Flávio nega irregularidades, e a defesa de Tomaz afirma que os dois mantêm uma relação de amizade, sem movimentação de recursos entre si.
O senador afirmou que a decisão judicial foi tomada na noite de domingo (25), após a divulgação do
resultado do segundo turno presidencial, e questionou se a medida teria sido adotada caso tivesse vencido a disputa contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"Isso é um sinal de que a nossa democracia faliu. Foi uma decisão tomada conforme o resultado da eleição. Uma questão política, não pode ser assim."
No mesmo pronunciamento, Flávio anunciou que pretende pedir ao
Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação da chapa de Lula, sob a alegação de abuso de poder político e econômico durante a campanha.
O senador também contestou a
prorrogação do horário de votação até as 19h00, determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF, e acusou o governo federal de utilizar recursos públicos para favorecer a reeleição, sem apresentar provas das irregularidades alegadas. Vale ressaltar que o pedido de prorrogação do horário de votação veio por pedidos tanto do Partido dos Trabalhadores (PT) quanto do Partido Liberal (PL).
Após a derrota eleitoral, Flávio afirmou que permanecerá no Brasil e organizará a oposição ao próximo governo. Segundo relatos de interlocutores, o senador discutiu a estratégia com aliados em Brasília, entre eles o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o senador Rogério Marinho (PL-RN).
Além da investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro, Flávio é alvo de outro inquérito no STF, sob a relatoria do ministro André Mendonça, que apura
suspeitas relacionadas ao financiamento do filme "Dark Horse",
cinebiografia de Jair Bolsonaro. A PF investiga tratativas entre o senador e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, para viabilizar recursos para a produção. Flávio nega irregularidades.
Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!
Siga a Sputnik Brasil e tenha acesso a conteúdos exclusivos no nosso canal no Telegram.
Já que a Sputnik está bloqueada em alguns países, por aqui você consegue baixar o nosso aplicativo para celular (somente para Android).