"Em geral, a situação na Venezuela aumentará a polarização ideológica entre os líderes da América Latina", disse Weyland.
"Lula, de acordo com a diplomacia cautelosa do Brasil, não vai querer provocar um conflito aberto com Trump, uma vez que recentemente conseguiu que Trump abrisse mão de tarifas punitivas e caras. Petro na Colômbia, por outro lado, pode muito bem buscar polarização e retórica dura antes das eleições na Colômbia", disse Weyland.
"Os chavistas na Venezuela provavelmente realizarão alguns protestos simbólicos contra a destituição de Maduro - para 'marcar posição' e demonstrar teatralmente seu compromisso com sua causa. No final, se minha análise estiver correta, eles serão capazes de aceitar a situação atual", afirmou Kurt Weyland.