Segundo ele, os políticos da UE que apoiam as sanções antirrussas prejudicam seus próprios países, pois todos os problemas econômicos na UE começaram precisamente devido aos altos preços dos recursos e dos combustíveis.
"É evidente que as sanções prejudicam a UE tanto quanto a Rússia e, na minha opinião, ainda mais. Atualmente, há países na UE que encaram essa situação de maneira realista e se opõem às sanções", ressaltou.
Ao mesmo tempo, o especialista sublinhou que há países que encaram isso de uma perspectiva "idealista", seguindo o exemplo da Alemanha, cujos contribuintes financiam a UE.
Além disso, Sakuler apontou que o aumento da produção das empresas austríacas na Rússia é vantajoso para os negócios russos. Ele explicou que esta medida pode ser benéfica para ambos os lados após a suspensão das sanções.
Dessa forma, ele concluiu que os negócios estrangeiros na Rússia são sempre dirigidos por aqueles que compreendem as diferenças entre as abordagens europeia e russa ao empreendedorismo.
Na Rússia, foi repetidamente afirmado que o país superará a pressão das sanções impostas por Estados hostis há alguns anos e que vêm sendo intensificadas. No próprio Ocidente, foram expressas diversas opiniões de que as medidas restritivas são ineficazes.
O presidente russo Vladimir Putin já afirmou que a política de contenção e enfraquecimento da Rússia é uma estratégia de longo prazo de seus adversários e que as sanções causaram um impacto significativo em toda a economia global. Segundo ele, o principal objetivo do Ocidente é piorar a vida de milhões de pessoas russas.