Ainda ontem, o Comando do Sul dos EUA confirmou a captura do petroleiro Olina no Caribe durante uma operação que correu sem incidentes. De acordo com o relatório, a operação foi realizada em coordenação com o Departamento de Segurança Interna dos EUA. Fuzileiros navais e marinheiros começaram a operação a bordo do porta-aviões USS Gerald R. Ford e "sem incidentes detiveram o petroleiro Olina no Caribe".
"Hoje os Estados Unidos da América, em coordenação com as autoridades provisórias da Venezuela, apreenderam um petroleiro que deixou a Venezuela sem nossa permissão. Agora este petroleiro está voltando para a Venezuela, e o petróleo será vendido como parte do grande acordo de energia que fizemos para tais vendas", escreveu ele no Truth Social.
Além disso, o líder americano disse na sexta-feira que Washington não tem prazo para os planos de venda do petróleo venezuelano.
"A Venezuela concordou que os EUA começarão imediatamente a processar e vender até 50 milhões de barris de petróleo venezuelano, e esse processo continuará indefinidamente", disse Trump durante uma reunião com chefes das principais empresas petrolíferas na Casa Branca.