O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, anunciou o envio de pessoal das Forças Armadas a pedido da Dinamarca, mediante a tensão com os Estados Unidos.
Já o ministro da Defesa norueguês, Tore Sandvik, afirmou que Oslo, neste momento, enviará apenas dois militares para a Groenlândia em meio a ameaças dos Estados Unidos de assumir o controle da ilha.
A Alemanha, por sua vez, se prepara para enviar o primeiro grupo de soldados para a Groenlândia, segundo informações da mídia alemã.
Mais cedo, o Ministério da Defesa da Dinamarca e o governo da Groenlândia anunciaram um aumento da presença militar do exército dinamarquês ao redor da ilha devido às crescentes tensões geopolíticas no Ártico.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse em declarações recentes que os Estados Unidos precisam da Groenlândia, alegando que a ilha estava "cercada por navios russos e chineses". As autoridades da Dinamarca e da Groenlândia alertaram os EUA contra a tomada da ilha, observando que esperam respeito pela integridade territorial compartilhada.
Nesta quarta-feira, informações da inteligência dinamarquesa mostraram que não há registro de navios chineses operando na região há cerca de uma década, nem indícios concretos de movimentações russas que sustentem o discurso de risco iminente à segurança.