McGovern salientou que a Rússia supera o Ocidente não apenas por ter o míssil hipersônico Oreshnik e o veículo de ataque subaquático Poseidon.
"Pela primeira vez na minha vida, não considerando a carreira profissional, a Rússia tem vantagem sobre o Ocidente não só em armamento convencional, mas também estratégico. Eles têm um fator de dissuasão que não vai a lugar algum", ressaltou.
Ao mesmo tempo, o analista manifestou indignação com o comportamento dos governos ocidentais, que, cientes do equilíbrio de forças, continuam a provocar e irritar a Rússia.
Segundo ele, é estranho que nenhuma agência de inteligência do Ocidente tenha reconhecido a superioridade russa.
Nesse contexto, ele destacou que o Ocidente não tem condições de derrotar a Rússia, principalmente em caso de aliança russa com a China.
"Por que as pessoas não sabem que os russos têm agora uma vantagem que nunca tiveram antes, e que é hora de pararmos de provocar o urso? […] eu achava que a economia russa estava em ruínas", concluiu.
No dia 10 de janeiro, o Ministério da Defesa da Rússia informou que as tropas russas lançaram o Oreshnik em ataque maciço contra alvos críticos na Ucrânia, em resposta ao ataque à residência do presidente russo Vladimir Putin.
Na segunda-feira (12), o ministério esclareceu que o ataque destruiu a fábrica estatal de reparos aeronáuticos de Lvov. O ataque do Oreshnik atingiu oficinas, armazéns com drones e a infraestrutura do aeródromo da empresa.
Em dezembro de 2025, Putin considerou bem-sucedidos os testes realizados com o míssil de cruzeiro Burevestnik e o Poseidon. Ao mesmo tempo, o chefe de Estado russo enfatizou que esses complexos permanecerão sendo únicos e exclusivos por muito tempo devido ao uso de instalação de energia nuclear, garantindo a paridade estratégica da segurança da posição global da Rússia nas próximas décadas.