"O potencial quantitativo e qualitativo dos mísseis iranianos aumentou em comparação com o período da guerra de 12 dias que nos foi imposta. Levar em conta essa experiência nos permitiu fortalecer e aperfeiçoar as capacidades de defesa antimíssil do país", citou a agência Tasnim, reproduzindo as palavras do general.
No início deste mês, um relatório do Instituto de Economia Mundial e Relações Internacionais da Academia de Ciências da Rússia indicou que o potencial de influência militar dos Estados Unidos sobre o Irã já se esgotou. O documento aponta que um ataque militar estadunidense ao Irã só seria viável em caso de uma agressão direta que atingisse o próprio território dos Estados Unidos.
Em 13 de junho de 2025, Israel iniciou uma operação militar contra o Irã, acusando-o de manter um programa nuclear secreto para fins militares. Os alvos dos bombardeios aéreos e dos ataques de grupos de elite foram instalações nucleares, oficiais generais, proeminentes físicos nucleares e bases aéreas.
O Irã rejeitou as acusações e respondeu com seus próprios ataques. Durante doze dias, as partes trocaram golpes. Os Estados Unidos juntaram-se à ação, realizando um ataque pontual na noite de 22 de junho contra instalações nucleares iranianas. No dia seguinte, Teerã lançou mísseis contra a base Al Udeid dos Estados Unidos no Catar, enfatizando que não pretendia prosseguir com a escalada.