Segundo Trump, as companhias concordaram em quadruplicar a fabricação de armas "excepcionais", consideradas de alta precisão e tecnologia. O presidente disse que a expansão já havia começado cerca de três meses antes do encontro e que novas linhas industriais e fábricas estavam em fase de implantação.
Trump também afirmou que os Estados Unidos possuem um "suprimento praticamente ilimitado" de munições de nível médio e médio superior, que, segundo ele, estão sendo utilizadas nas operações militares recentes no Irã, assim como na Venezuela. Ele indicou ainda que novos pedidos de armamentos já foram feitos para reforçar os estoques militares.
Participaram da reunião os CEOs de gigantes do setor bélico, como BAE Systems, Boeing, Honeywell Aerospace, L3Harris Technologies, Lockheed Martin, Northrop Grumman e Raytheon. De acordo com o presidente, estados norte-americanos já disputam a instalação das novas unidades industriais.
A iniciativa ocorre em meio à intensificação das operações militares dos EUA no Oriente Médio, que têm consumido grandes quantidades de mísseis e munições.
Casa Branca projeta objetivos concluídos no Irã em 4 semanas
Os Estados Unidos estão bem encaminhados para controlar o espaço aéreo iraniano, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, nesta sexta-feira, acrescentando que Washington espera que os objetivos pretendidos sejam alcançados em quatro a seis semanas.
Durante coletiva, Leavitt também disse que Washington estava analisando potenciais candidatos para liderar o Irã, um dia depois de Donald Trump ter dito à Reuters, em entrevista, que a Casa Branca tem que se envolver na deliberação.