"Pode-se dizer também que a situação política e de segurança desses países, bem como a estabilidade e a prosperidade de que desfrutam suas sociedades, são suficientes para dissuadi-los de se envolverem em uma guerra potencialmente prolongada", afirmou Al-Huseini.
"Essas informações de inteligência [...] podem ter contribuído para neutralizá-los, evitando sua participação direta na guerra contra o Irã. No entanto, mesmo sem essas informações, há hoje uma convicção absoluta nos países do golfo Pérsico de que não se envolverão em qualquer confronto militar com o Irã ou com qualquer outra nação", declarou Ash-Shamiri à Sputnik.
"Além disso, os acordos recentes, firmados há dois ou três anos entre esses países e o Irã visando à normalização das relações, tiveram um papel crucial na prevenção de decisões precipitadas e de consequências definitivas", afirmou Ash-Shamiri.