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Argentina encerra 2025 com taxa de inflação de 31,5%, a menor em 8 anos

© AP Photo / Natacha PisarenkoO presidente argentino Javier Milei, à direita, e seu ministro da Economia, Luis Caputo, entram no Ministério da Economia após uma reunião com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, em Buenos Aires, Argentina, segunda-feira, 14 de abril de 2025.
O presidente argentino Javier Milei, à direita, e seu ministro da Economia, Luis Caputo, entram no Ministério da Economia após uma reunião com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, em Buenos Aires, Argentina, segunda-feira, 14 de abril de 2025. - Sputnik Brasil, 1920, 14.01.2026
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A Argentina fechou 2025 com inflação de 31,5%, o menor valor desde 2017, segundo divulgado nesta terça-feira (13) pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).
O dado consolidou uma forte desaceleração em comparação com os níveis de três dígitos dos anos anteriores. Em 2024, primeiro ano do governo de Javier Milei, foram registrados 117,8%. Já em 2023, a inflação foi de 211,4%, um dos períodos de maior instabilidade de preços do século.
O resultado anual, de 31,5%, foi acompanhado por uma aceleração em dezembro, quando a inflação subiu 2,8%, chegando ao seu quarto aumento mensal consecutivo. O resultado superou as expectativas do mercado e confirmou uma sequência de vários meses consecutivos com leves aumentos na inflação mensal.
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"O ano de 2025 termina com a menor inflação dos últimos oito anos, uma conquista extraordinária considerando a reestruturação macroeconômica e a disciplina fiscal", afirmou o Ministro da Economia, Luis Caputo, nas redes sociais.
De acordo com o Indec, os maiores aumentos em dezembro foram registrados nos setores de transportes, a 4%, e habitação e serviços públicos, com aumento de 3,4%. Alimentos e bebidas não alcoólicas avançaram 2,5% e foram a categoria com maior impacto na inflação, impulsionada pelo aumento de 13% no preço do churrasco.
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