Após deixar União, Caiado diz que segue no PSD mesmo se não for escolhido para disputar presidência
Após deixar União, Caiado diz que segue no PSD mesmo se não for escolhido para disputar presidência
Sputnik Brasil
Em entrevista ao jornal O Globo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que sua mudança para o PSD não está condicionada à candidatura presidencial... 28.01.2026, Sputnik Brasil
Além de Caiado, também são cotados os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ratinho Júnior, do Paraná. Caiado garantiu que, mesmo se não for o escolhido na disputa interna, continuará no partido. "Permaneço, claro", disse. A decisão fortalece o PSD como possível polo da centro-direita, em meio à fragmentação do campo oposicionista ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Atualmente, o partido dirigido pelo ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, comanda três ministérios na gestão petista: Minas e Energia, com Alexandre Silveira; Pesca, com André de Paula; e Agricultura, com Carlos Fávaro.Já Caiado é um ferrenho opositor de Lula e inclusive foi um dos responsáveis por pressionar a direção do União Brasil a desembarcar do governo no ano passado — governador goiano deixou a sigla na última terça (27).Na data, o político chegou a dar uma entrevista à rádio Novabrasil, em Goiânia, quando revelou já ter comunicado à cúpula do partido que buscava alternativas partidárias diante da resistência interna à sua pré-candidatura.
Em entrevista ao jornal O Globo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, afirmou que sua mudança para o PSD não está condicionada à candidatura presidencial. Segundo ele, a legenda apresenta um projeto nacional estruturado e deve lançar um nome próprio ao Planalto em 2026.
Além de Caiado, também são cotados os governadores Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ratinho Júnior, do Paraná. Caiado garantiu que, mesmo se não for o escolhido na disputa interna, continuará no partido. "Permaneço, claro", disse.
A decisão fortalece o PSD como possível polo da centro-direita, em meio à fragmentação do campo oposicionista ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Atualmente, o partido dirigido pelo ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, comanda três ministérios na gestão petista: Minas e Energia, com Alexandre Silveira; Pesca, com André de Paula; e Agricultura, com Carlos Fávaro.
Já Caiado é um ferrenho opositor de Lula e inclusive foi um dos responsáveis por pressionar a direção do União Brasil a desembarcar do governo no ano passado — governador goiano deixou a sigla na última terça (27).
Na data, o político chegou a dar uma entrevista à rádio Novabrasil, em Goiânia, quando revelou já ter comunicado à cúpula do partido que buscava alternativas partidárias diante da resistência interna à sua pré-candidatura.
"Já informei o presidente do partido, o [Antônio] Rueda, o ACM Neto, que é meu amigo-irmão, e já disse que entendo a dificuldade do partido. Só que, nessa situação, eu já estou buscando também uma alternativa para ter outro partido pelo qual me candidatar", disse na ocasião.
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