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Toffoli retira sigilo de depoimentos no caso Banco Master
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O Banco Central havia solicitado acesso ao depoimento do diretor de Fiscalização da autarquia, Ailton de Aquino, também ouvido no inquérito. O caso segue no... 29.01.2026, Sputnik Brasil
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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (29) o sigilo dos depoimentos prestados pelo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e pelo ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. As oitivas ocorreram em 30 de dezembro e fazem parte da investigação sobre fraudes na instituição.Também nesta quinta-feira, o ministro, através de seu gabinete, declarou que vai analisar se o caso do Banco Master deverá ir para a Primeira Instância após o término das investigações. O caso chegou à mesa do STF após um deputado federal, privilegiado com foro, ser citado em uma das investigações.A devolução do caso à primeira instância tem sido defendida por outros ministros da Corte como uma forma de diminuir o desgaste de Toffoli, cujas medidas e proximidade com réus de advogados de defesa geraram reações de integrantes da Polícia Federal, Banco Central e juristas.Toffoli reduziu o prazo normal para depoimentos de investigados, determinou a custódia de provas fora das dependências da PF e decretou sigilo máximo ao inquérito. Relacionamentos pessoais do ministro com advogados do caso Master também geraram pedidos de suspeição para que ele deixasse o caso.Além disso, partes relevantes da investigação ocorrem fora do STF e sem controle de Toffoli, especialmente em São Paulo, onde apurações financeiras seguem avançando.
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Toffoli retira sigilo de depoimentos no caso Banco Master
19:26 29.01.2026 (atualizado: 20:21 29.01.2026) O Banco Central havia solicitado acesso ao depoimento do diretor de Fiscalização da autarquia, Ailton de Aquino, também ouvido no inquérito. O caso segue no STF por envolver parlamentar com foro privilegiado.
O ministro Dias Toffoli, do
Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (29) o sigilo dos depoimentos prestados pelo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e pelo ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa. As oitivas ocorreram em 30 de dezembro e fazem parte da investigação sobre fraudes na instituição.
"Após o exame preliminar dos autos, houve a determinação, em caráter liminar, para que o processo fosse remetido ao STF, mantidas e validadas todas as medidas cautelares já deferidas, bem como o sigilo que já havia sido decretado pelo juízo de primeiro grau, a fim de evitar vazamentos que pudessem prejudicar as investigações", disse Toffoli em nota.
Também nesta quinta-feira, o ministro, através de seu gabinete, declarou que vai analisar se o caso do Banco Master
deverá ir para a Primeira Instância após o término das investigações. O caso chegou à mesa do STF após um deputado federal, privilegiado com foro, ser citado em uma das investigações.
A devolução do caso à primeira instância tem sido defendida por outros ministros da Corte como uma forma de diminuir o
desgaste de Toffoli, cujas medidas e proximidade com réus de advogados de defesa geraram reações de integrantes da Polícia Federal, Banco Central
e juristas.Toffoli reduziu o prazo normal para depoimentos de investigados, determinou a custódia de provas fora das dependências da PF e decretou sigilo máximo ao inquérito. Relacionamentos pessoais do ministro com advogados do caso Master também geraram pedidos de suspeição para que ele deixasse o caso.
Além disso, partes relevantes da investigação ocorrem fora do STF e sem controle de Toffoli, especialmente em São Paulo, onde
apurações financeiras seguem avançando.
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