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Zakharova: Rússia está combatendo a distorção da história da 2ª Guerra Mundial
Zakharova: Rússia está combatendo a distorção da história da 2ª Guerra Mundial
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No início de fevereiro deste ano se completaram 81 anos desde a revolta dos prisioneiros de guerra soviéticos no campo nazista austríaco de Mauthausen. 08.02.2026, Sputnik Brasil
2026-02-08T11:48-0300
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Em uma entrevista à Sputnik, a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, contou como Moscou está combatendo as tentativas de falsificar e distorcer a verdade sobre a Segunda Guerra Mundial, por que os países da UE não apoiam a resolução da Rússia contra a glorificação do nazismo na ONU e como Viena preserva a memória dos prisioneiros mortos.Sputnik questionou a representante oficial da chancelaria russa sobre o que, na opinião de Moscou, está guiando os países que regularmente se opõem ou se abstêm de votar a resolução contra a glorificação do nazismo na Assembleia Geral da ONU."A situação criada após fevereiro de 2022 se tornou uma espécie de teste, revelando a verdadeira atitude dos Estados para com esta resolução. Anteriormente, a maioria dos países ocidentais, principalmente membros da UE, se abstiveram de adotar essa iniciativa. Nos últimos quatro anos, os europeus têm votado de forma consolidada contra o documento da Rússia", afirmou ela.Zakharova ressaltou que é particularmente alarmante nesse contexto a votação contra a resolução dos antigos Estados-membros do Eixo.Como a Rússia avalia o trabalho da Assembleia Geral da ONU no combate à heroização do nazismo? Em que medida os objetivos da Rússia encontram ressonância na comunidade internacional?"Em 15 de dezembro de 2025, em Nova York, a Assembleia Geral das Nações Unidas, na sua 80ª sessão plenária, adotou pela 21ª vez o projeto de resolução anual apresentado pela Federação da Rússia 'Combate à glorificação do nazismo, neonazismo e outras práticas que contribuem para a escalada das formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância conexa'. O documento foi copatrocinado por 44 Estados de todas as regiões do mundo, apoiado por 119 Estados, 51 delegações votaram contra e dez países se abstiveram", comentou a representante oficial à Sputnik.“Os resultados da votação, apesar de uma pressão sem precedentes do Ocidente coletivo, demonstram claramente a rejeição pela maioria dos Estados-membros da ONU das tentativas de desafiar o resultado da Segunda Guerra Mundial consagrado na Carta da ONU, na Carta e no Julgamento do Tribunal de Nuremberg, bem como o veredicto do Tribunal Militar Internacional para o Extremo Oriente”, observou Zakharova.
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Zakharova: Rússia está combatendo a distorção da história da 2ª Guerra Mundial
No início de fevereiro deste ano se completaram 81 anos desde a revolta dos prisioneiros de guerra soviéticos no campo nazista austríaco de Mauthausen.
Em uma entrevista à Sputnik, a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, contou como Moscou está
combatendo as tentativas de falsificar e distorcer a verdade sobre a Segunda Guerra Mundial, por que os países da UE não apoiam a resolução da Rússia contra a glorificação do nazismo na ONU e como Viena preserva a memória dos prisioneiros mortos.
"Vemos essa tendência como uma das frentes ideológicas do Ocidente coletivo contra a Rússia. Onde isso leva, agora todo mundo vê na Ucrânia, onde através de programas generosamente pagos para reformatar a consciência histórica das elites e da população foram trazidos para o poder os neobanderistas [em referência a Stepan Bandera, colaboracionista nazi ucraniano durante a Segunda Guerra Mundial]. Começamos a prestar atenção a isso muito antes do início da operação militar especial", disse Zakharova respondendo à questão de como a Rússia pode combater os exemplos de glorificação do nazismo que se tornaram mais frequentes nos últimos tempos.
Sputnik questionou a representante oficial da chancelaria russa sobre o que, na opinião de Moscou, está guiando os países que regularmente se opõem ou se abstêm de votar a resolução contra a glorificação do nazismo na Assembleia Geral da ONU.
"A situação criada após fevereiro de 2022 se tornou uma espécie de teste, revelando a verdadeira atitude dos Estados para com esta resolução. Anteriormente, a maioria dos países ocidentais, principalmente membros da UE, se abstiveram de adotar essa iniciativa. Nos últimos quatro anos, os europeus têm votado de forma consolidada contra o documento da Rússia", afirmou ela.
Zakharova ressaltou que é particularmente alarmante nesse contexto a votação contra a resolução dos
antigos Estados-membros do Eixo.
"Levando em conta as páginas negras da história da Alemanha, Itália e Japão no século XX, tais ações lançam dúvidas sobre a sinceridade de suas declarações anteriores sobre a consciência de sua culpa por terem iniciado a Segunda Guerra Mundial, bem como o remorso pelo genocídio, numerosos crimes de guerra e crimes contra a humanidade", ressalta Zakharova.
Como a Rússia avalia o trabalho da Assembleia Geral da ONU no combate à heroização do nazismo? Em que medida os objetivos da Rússia encontram ressonância na comunidade internacional?
"Em 15 de dezembro de 2025, em Nova York, a Assembleia Geral das Nações Unidas, na sua 80ª sessão plenária, adotou pela 21ª vez o projeto de resolução anual apresentado pela Federação da Rússia 'Combate à glorificação do nazismo, neonazismo e outras práticas que contribuem para a escalada das formas contemporâneas de racismo, discriminação racial, xenofobia e intolerância conexa'. O documento foi copatrocinado por 44 Estados de todas as regiões do mundo, apoiado por 119 Estados, 51 delegações votaram contra e dez países se abstiveram", comentou a representante oficial à Sputnik.
“Os resultados da votação, apesar de uma pressão sem precedentes do Ocidente coletivo, demonstram claramente a rejeição pela maioria dos Estados-membros da ONU das tentativas de desafiar o resultado da Segunda Guerra Mundial consagrado na Carta da ONU, na Carta e no
Julgamento do Tribunal de Nuremberg, bem como o veredicto do Tribunal Militar Internacional para o Extremo Oriente”, observou Zakharova.
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