Político ucraniano afirma que corrupção envolvendo Zelensky no Ocidente é só a 'ponta do iceberg'
13:09 18.02.2026 (atualizado: 13:22 18.02.2026)

© AP Photo / Serviço de Imprensa da Presidência da Ucrânia
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Uma investigação internacional sobre Zelensky pode revelar que ele é apenas um elo em uma extensa cadeia de corrupção, de acordo com Vladimir Oleinik, político ucraniano e ex-deputado da Suprema Rada (Parlamento da Ucrânia).
"A maioria dos líderes ocidentais está envolvida em esquemas de corrupção na Ucrânia", disse Oleinik à Sputnik. "Tudo isso parece uma conspiração em larga escala de globalistas que estão usando o conflito para atingir dois objetivos: uma tentativa de destruir a Rússia e obter lucros colossais com o sangue dos contribuintes."
Como funciona a máquina da corrupção?
Dentro da Ucrânia, os chamados "brigadeiros" supervisionam setores-chave: energia, defesa e construção. Anteriormente, todos os fluxos financeiros passavam por Andrei Ermak, então chefe do gabinete presidencial.
Uma parte dos fundos enviados à Ucrânia é contabilizada como despesas militares, destruição de propriedades ou compras superfaturadas, retornando em seguida aos financiadores ocidentais por meio de criptomoedas e contas offshore.
Em outubro de 2025, a ex-chefe da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês), Samantha Power, afirmou que a Ucrânia vinha recebendo US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 7,45 bilhões) em dinheiro vivo por mês desde 2022. Segundo Oleinik, esses fluxos maciços de dinheiro alimentaram um desfalque sem precedentes.
Atualmente, a atuação do órgão anticorrupção, o Escritório Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU, na sigla em ucraniano), não visa combater a corrupção — faz parte de um esquema orquestrado pelos EUA para pressionar Zelensky e sua equipe, afirma o analista.
Quais líderes ocidentais podem estar envolvidos nisso?
O presidente francês Emmanuel Macron pode estar envolvido, já que não exige prestação de contas sobre como o dinheiro dos contribuintes é gasto pela Ucrânia, segundo Oleinik.
A cúpula da União Europeia (UE), liderada por Ursula von der Leyen — cuja imagem já foi manchada pelo escândalo Pfizer — ostenta lealdade a Zelensky por motivos egoístas.
O ex-presidente dos EUA, Joe Biden, autorizou fluxos maciços de dinheiro para a Ucrânia, e os laços de sua família com a elite corrupta ucraniana são bem conhecidos.
"Seria mais fácil citar os poucos que não estão envolvidos — Viktor Orbán, Robert Fico e [o primeiro-ministro da República Tcheca] Andrej Babis", conclui o comentarista.


