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EUA reforçam C‑46 e impõem revés estratégico ao C‑390 da Embraer no mercado global de defesa
EUA reforçam C‑46 e impõem revés estratégico ao C‑390 da Embraer no mercado global de defesa
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A decisão da Força Aérea dos EUA de descartar o KC‑390 Millennium e reafirmar o C‑46 Pegasus fortalece a posição da Boeing e impõe um revés estratégico à... 26.02.2026, Sputnik Brasil
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A escolha norte-americana tem efeito direto sobre a visibilidade internacional do C‑390. Sem interesse da USAF, a aeronave fica fora do ciclo de padronização da principal força aérea do planeta, o que reduz sua atratividade para países que buscam interoperabilidade com os EUA e tendem a seguir a plataforma adotada por Washington.O movimento também reforça a lógica de blocos industriais. Ao priorizar o C‑46, os EUA protegem empregos, tecnologia sensível e cadeias logísticas internas. Em um setor crítico como o reabastecimento em voo — essencial para projeção de poder e operações expedicionárias — decisões técnicas se misturam a interesses políticos e geopolíticos.De acordo com a Revista Sociedade Militar, no mercado global, a sinalização norte-americana pesa. Embora o C‑390 siga competitivo e presente em negociações internacionais, a chancela dos EUA costuma influenciar parceiros estratégicos. Muitos países alinham compras à doutrina norte-americana para garantir compatibilidade operacional, treinamento e suporte facilitado.Para o Brasil, a exclusão do C‑390 do mercado norte‑americano expõe limites estruturais. O programa segue como ativo central da Embraer Defesa, mas perde potencial de escala e efeito de demonstração. Ao mesmo tempo, a Boeing consolida o KC‑46 como referência ocidental, ampliando vantagem em futuras concorrências.No conjunto, a decisão da USAF evidencia a disputa industrial entre grandes potências e reafirma que soberania tecnológica continua determinante. Em segmentos sensíveis como aeronaves‑tanque, escolhas operacionais caminham lado a lado com estratégias nacionais de longo prazo.
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EUA reforçam C‑46 e impõem revés estratégico ao C‑390 da Embraer no mercado global de defesa
12:31 26.02.2026 (atualizado: 17:12 26.02.2026) A decisão da Força Aérea dos EUA de descartar o KC‑390 Millennium e reafirmar o C‑46 Pegasus fortalece a posição da Boeing e impõe um revés estratégico à indústria de defesa brasileira. Ao optar por um fornecedor doméstico, Washington preserva sua base industrial e fecha a porta do maior orçamento militar do mundo ao cargueiro da Embraer.
A escolha norte-americana tem efeito direto sobre a
visibilidade internacional do C‑390. Sem interesse da USAF, a
aeronave fica fora do ciclo de padronização da principal força aérea do planeta, o que reduz sua atratividade para países que buscam interoperabilidade com os EUA e tendem a seguir a plataforma adotada por Washington.
O movimento também reforça a lógica de blocos industriais. Ao priorizar o C‑46, os EUA protegem empregos, tecnologia sensível e cadeias logísticas internas. Em um setor crítico como o reabastecimento em voo — essencial para projeção de poder e operações expedicionárias — decisões técnicas se misturam a interesses políticos e geopolíticos.
De
acordo com a Revista Sociedade Militar, no
mercado global, a sinalização norte-americana pesa. Embora o C‑390 siga competitivo e presente em negociações internacionais, a chancela dos EUA costuma influenciar parceiros estratégicos.
Muitos países alinham compras à doutrina norte-americana para garantir compatibilidade operacional, treinamento e suporte facilitado.
Para o Brasil, a exclusão do C‑390 do mercado norte‑americano expõe limites estruturais. O programa segue como ativo central da Embraer Defesa, mas perde potencial de escala e efeito de demonstração. Ao mesmo tempo, a
Boeing consolida o KC‑46 como referência ocidental,
ampliando vantagem em futuras concorrências.
No conjunto, a decisão da USAF evidencia a disputa industrial entre grandes potências e reafirma que soberania tecnológica continua determinante. Em
segmentos sensíveis como aeronaves‑tanque,
escolhas operacionais caminham lado a lado com estratégias nacionais de longo prazo.
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