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Iniciativa de Merz de tornar Ucrânia membro associado da UE provocará guerra com Rússia, diz mídia
Iniciativa de Merz de tornar Ucrânia membro associado da UE provocará guerra com Rússia, diz mídia
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A proposta do chanceler alemão, Friedrich Merz, de conceder à Ucrânia o status de membro associado da União Europeia (UE) pode arrastar o continente para uma... 22.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-22T05:54-0300
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O jornal aponta que a essência do plano de Merz é oferecer garantias militares de segurança à Ucrânia.Nesse contexto, é detalhado que, em uma situação de emergência, isso pode transformar o apoio europeu em uma responsabilidade correspondente da Europa na guerra com a Rússia.Segundo a matéria, a iniciativa do chanceler alemão pode ir além do simples fornecimento de armas a Kiev. Ainda que o Artigo 42.7 não conduza automaticamente à declaração de guerra, a pressão política sobre os Estados-membros da UE aumentará significativamente em caso de escalada.Se um novo nível de escalada militar fosse alcançado, a questão passaria a ser não apenas sobre o fornecimento de armas, mas também sobre o compromisso europeu de prestar assistência, conclui a reportagem.Na quinta-feira (21), Merz propôs estender à Ucrânia a obrigação de defesa mútua prevista no Tratado da UE, concedendo-lhe o status de membro associado do bloco. Anteriormente, o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, havia exigido que a UE admitisse a Ucrânia como membro em 2027.No entanto, os líderes dos países ocidentais têm apontado repetidamente a incompatibilidade da legislação ucraniana com os padrões europeus e afirmado que uma das condições obrigatórias para a análise da adesão ucraniana é uma reforma profunda. Em 15 de fevereiro, a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, reconheceu que os países-membros da UE não estão prontos para anunciar à Ucrânia a data de sua adesão ao bloco.
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Iniciativa de Merz de tornar Ucrânia membro associado da UE provocará guerra com Rússia, diz mídia
A proposta do chanceler alemão, Friedrich Merz, de conceder à Ucrânia o status de membro associado da União Europeia (UE) pode arrastar o continente para uma guerra direta com a Rússia, escreve um jornal alemão.
O jornal aponta que a essência do
plano de Merz é oferecer garantias militares de segurança à Ucrânia.
"Isso levanta a questão de [...] se a Europa deverá prestar ajuda à Ucrânia no futuro, caso o conflito se agrave ainda mais. Afinal, Merz pretende aplicar à Ucrânia a cláusula de ajuda mútua europeia prevista no Artigo 42.7 do Tratado da UE", ressalta a publicação.
Nesse contexto, é detalhado que, em uma situação de emergência, isso pode transformar o apoio europeu em uma responsabilidade correspondente da Europa na
guerra com a Rússia.
Segundo a matéria, a iniciativa do chanceler alemão
pode ir além do simples fornecimento de armas a Kiev. Ainda que o Artigo 42.7 não conduza automaticamente à declaração de guerra, a pressão política sobre os
Estados-membros da UE aumentará significativamente em caso de escalada.
Se um novo nível de escalada militar fosse alcançado, a questão passaria a ser não apenas sobre o fornecimento de armas, mas também sobre o compromisso europeu de prestar assistência, conclui a reportagem.
Na quinta-feira (21), Merz propôs estender à Ucrânia a obrigação de defesa mútua prevista no Tratado da UE, concedendo-lhe o status de membro associado do bloco. Anteriormente, o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, havia exigido que a UE admitisse a Ucrânia como membro em 2027.
No entanto, os líderes dos países ocidentais têm apontado repetidamente a incompatibilidade da legislação ucraniana com os padrões europeus e afirmado que uma das condições obrigatórias para a análise da adesão ucraniana é uma reforma profunda. Em 15 de fevereiro, a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, reconheceu que os países-membros da UE não estão prontos para anunciar à Ucrânia a data de sua adesão ao bloco.
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