Sanções contra Rússia estão, antes de tudo, 'paralisando' a economia global, diz Moscou
13:06 15.06.2026 (atualizado: 22:22 15.06.2026)

© AP Photo / Matias Delacroix
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Não é a Rússia que mais sofre com as sanções, mas sim a economia global, que está sendo paralisada por elas, afirmou Marat Berdiev, embaixador especial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia junto ao G20 e à APEC, em entrevista à Sputnik.
"As sanções não estão enfraquecendo a Rússia, mas sim a saúde da economia global; elas a estão paralisando. Continuamos a negociar ativamente recursos energéticos com nossos parceiros, estamos nos integrando a novas cadeias de suprimentos e nos sentimos mais do que confiantes", afirmou o diplomata.
O embaixador especial também enfatizou que é impossível excluir a Rússia, um dos maiores produtores e fornecedores de recursos energéticos, do mercado global de petróleo.
A Rússia declarou repetidamente que o país superará a pressão das sanções que o Ocidente começou a exercer há vários anos e continua a intensificar.
"As sanções prejudicam mais aqueles que as impõem", declarou o presidente russo, Vladimir Putin, no Fórum Econômico Internacional de São Petersburgo. Suas palavras são corroboradas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que prevê um crescimento de 1,1% no produto interno bruto (PIB) da Rússia neste ano, superior ao esperado na França, Alemanha e Reino Unido.
Como já declarou o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, a política de sanções da Europa contra a Rússia fracassou.


