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Meta fecha acordo de US$ 16,68 bilhões nos EUA e impõe novos limites para adolescentes, diz mídia
Meta fecha acordo de US$ 16,68 bilhões nos EUA e impõe novos limites para adolescentes, diz mídia
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A Meta (empresa proibida na Rússia por atividade extremista) vai pagar US$ 16,68 bilhões e impor limites de uso para adolescentes após acordo com 29 estados... 26.08.2026, Sputnik Brasil
2026-08-26T12:46-0300
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A Meta* concordou em pagar US$ 16,68 bilhões (cerca de R$ 94,4 bilhões) para encerrar ações movidas por 29 estados norte-americanos que acusavam a empresa de incentivar o uso excessivo de redes sociais por adolescentes e causar danos à saúde mental de jovens. O acordo inclui também mudanças obrigatórias nas plataformas voltadas a menores de idade.O acerto encerra um julgamento federal iniciado em agosto, que reunia ações abertas em 2023 e era considerado um dos principais testes para alegações de que redes sociais foram projetadas para gerar dependência entre jovens. A empresa de Mark Zuckerberg negou irregularidades ao aceitar o acordo.Além disso, segundo apuração da mídia brasileira, o pacto resolve processos movidos por Califórnia, Illinois, Novo México e Washington, D.C., ligados ao escândalo Cambridge Analytica. Esses estados receberão US$ 459,3 milhões (aproximadamente R$ 2,6 bilhões) para encerrar ações que alegavam violações de privacidade envolvendo coleta indevida de dados de usuários.Documentos judiciais indicam que esses estados buscavam multas que poderiam chegar a US$ 1,4 trilhão (mais de R$ 7,9 trilhões), embora estimassem valores mais próximos de US$ 200 bilhões (cerca de R$ 1,1 trilhão). Para além disso, ele também pediam indenizações adicionais e mudanças profundas nas plataformas, incluindo impedir que crianças criassem contas.Mesmo com o acordo, a Meta continua enfrentando outras ações em tribunais federais e estaduais, acusada de projetar conscientemente recursos que estimulam dependência entre crianças e adolescentes, contribuindo para uma crise de saúde mental.*As atividades da Meta são proibidas na Rússia por serem consideradas extremistas
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Meta fecha acordo de US$ 16,68 bilhões nos EUA e impõe novos limites para adolescentes, diz mídia
12:46 26.08.2026 (atualizado: 13:06 26.08.2026) A Meta (empresa proibida na Rússia por atividade extremista) vai pagar US$ 16,68 bilhões e impor limites de uso para adolescentes após acordo com 29 estados dos EUA que a acusavam de incentivar vício em redes sociais.
A Meta*
concordou em pagar US$ 16,68 bilhões (cerca de R$ 94,4 bilhões) para encerrar ações movidas por 29 estados norte-americanos que acusavam a empresa de incentivar o uso excessivo de redes sociais por adolescentes e causar danos à saúde mental de jovens. O acordo inclui também
mudanças obrigatórias nas plataformas voltadas a menores de idade.
As medidas abrangem limites diários de uso, bloqueios noturnos, resposta acelerada a denúncias de conteúdo prejudicial e a possibilidade de um feed não personalizado para menores de 18 anos. A Meta também deverá reforçar mecanismos de segurança, identificar e remover crianças menores de 13 anos e restringir notificações em horários específicos.
O acerto encerra um
julgamento federal iniciado em agosto, que reunia ações abertas em 2023 e era considerado
um dos principais testes para alegações de que redes sociais foram projetadas para gerar dependência entre jovens. A empresa de Mark Zuckerberg negou irregularidades ao aceitar o acordo.
Além disso, segundo
apuração da mídia brasileira, o
pacto resolve processos movidos por Califórnia, Illinois, Novo México e Washington, D.C., ligados ao
escândalo Cambridge Analytica. Esses estados receberão US$ 459,3 milhões (aproximadamente R$ 2,6 bilhões) para encerrar ações que alegavam violações de privacidade envolvendo coleta indevida de dados de usuários.
Documentos judiciais indicam que esses estados
buscavam multas que poderiam chegar a US$ 1,4 trilhão (mais de R$ 7,9 trilhões), embora estimassem valores mais próximos de US$ 200 bilhões (cerca de R$ 1,1 trilhão). Para além disso, ele também pediam indenizações adicionais e
mudanças profundas nas plataformas, incluindo impedir que crianças criassem contas.
Mesmo com o acordo, a Meta continua enfrentando outras ações em tribunais federais e estaduais, acusada de projetar conscientemente recursos que
estimulam dependência entre crianças e adolescentes, contribuindo para uma
crise de saúde mental.
*As atividades da Meta são proibidas na Rússia por serem consideradas extremistas
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