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Brasil pode chegar a marca de maior exportador de alimento do mundo até o fim do ano, afirma Alckmin
Brasil pode chegar a marca de maior exportador de alimento do mundo até o fim do ano, afirma Alckmin
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O vice-presidente, Geraldo Alckmin, declarou nesta terça-feira (13) que o Brasil está prestes a alcançar o posto de maior exportador mundial de alimentos até o... 13.10.2026, Sputnik Brasil
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A declaração foi feita em coletiva de imprensa com o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, para anunciar a marca de 700 novos mercados abertos para produtos agropecuários brasileiros desde o início de 2023.Ele lembrou que o Brasil é o quinto maior país do mundo em extensão territorial com abundância de água, solo fértil e sol, mas 60 anos atrás importava alimentos. Ao ressaltar que o comércio exterior é fundamental para a sobrevivência de qualquer país, ele comentou que o alcance da marca reflete o fortalecimento das relações comerciais internacionais, a credibilidade do sistema de defesa agropecuária brasileiro e a diversificação dos destinos das exportações:"Tinha um amigo que dizia que exportar é o que importa. Depois ele mudou e disse que exportar é a salvação. E a última dele foi exportar ou morrer", brincou o vice-presidente.Alckmin admitiu que desafios ainda impedem o país de crescer aos níveis de países asiáticos, que conseguiram reduzir custos e burocracias:"Temos que aprender com a Ásia, temos que ter a cultura de custos, diminuir burocracia. Temos uma herança cartorial. Portugal se modernizou com a União Europeia e nós ficamos com cartório."Para minimizar o problema, ele citou um portal único para a exportação e importação criado pelo governo: Alckmin frisou que políticas implementadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiram abrandar os impactos do período atual de guerras, conflitos mundiais e tarifaços sobre o Brasil. Prova do sucesso das medidas, segundo ele, é o recorde de exportação, de US$ 349 bilhões (R$ 1,75 trilhão). "E este ano aumentou mais de 10% sobre o ano passado, de janeiro até setembro. Agora com 700 mercados. Então, vai crescer ainda mais", afirmou.A entrada em vigor da reforma tributária em 1º de janeiro vai incrementar esse processo, na avaliação do vice-presidente, com exoneração da cesta básica, alimentos mais baratos.O ministro de Paula também conversou com a imprensa e informou que, em 2026, o país bateu recorde na corrente de comércio com praticamente todos os destinos comerciais do Brasil, não apenas no setor agropecuário:Ainda segundo ele, as exportações brasileiras tiveram alta de 10,4% em 2026 e o acordo Mercosul-União Europeia de maio até agora significou uma expansão de 30% das exportações brasileiras.
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Brasil pode chegar a marca de maior exportador de alimento do mundo até o fim do ano, afirma Alckmin
19:20 13.10.2026 (atualizado: 20:21 13.10.2026) O vice-presidente, Geraldo Alckmin, declarou nesta terça-feira (13) que o Brasil está prestes a alcançar o posto de maior exportador mundial de alimentos até o fim do ano.
A declaração foi feita em coletiva de imprensa com o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, para anunciar a marca de 700 novos mercados abertos para produtos agropecuários brasileiros desde o início de 2023.
Ele lembrou que o Brasil é o quinto maior país do mundo em extensão territorial com abundância de água, solo fértil e sol, mas 60 anos atrás importava alimentos.
Ao ressaltar que o comércio exterior é fundamental para a sobrevivência de qualquer país, ele comentou que o alcance da marca reflete o
fortalecimento das relações comerciais internacionais, a credibilidade do sistema de defesa agropecuária brasileiro e a diversificação dos destinos das exportações:
"O Brasil tem 2% da economia do mundo, do PIB [produto interno bruto] do mundo. Então, 98% da economia está fora do Brasil. Comércio exterior é fundamental para a gente poder crescer", declarou. "Algumas indústrias nem existiriam se não exportassem […]. Não existe indústria aeronáutica para vender só para dentro do país."
"Tinha um amigo que dizia que exportar é o que importa. Depois ele mudou e disse que exportar é a salvação. E a última dele foi exportar ou morrer", brincou o vice-presidente.
Alckmin admitiu que desafios ainda impedem o país de crescer aos níveis de países asiáticos, que conseguiram reduzir custos e burocracias:
"Temos que aprender com a Ásia, temos que ter a cultura de custos, diminuir burocracia. Temos uma herança cartorial. Portugal se modernizou com a União Europeia e nós ficamos com cartório."
Para minimizar o problema, ele citou um portal único para a exportação e importação criado pelo governo:
"Um portal só. Ninguém pode pedir mais documento fora desse portal. Isso vai reduzir o custo do Brasil em R$ 40 bilhões por ano. Uma carga parada, um dia no porto custa 0,8% do valor da carga. Ficar dez dias parada já perdeu 8% do seu valor."
Alckmin frisou que políticas implementadas pelo
presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiram abrandar os impactos do período atual de guerras, conflitos mundiais e
tarifaços sobre o Brasil.
"Tirou o imposto do combustível, colocou um subsídio nos derivados do petróleo que ainda importamos, estabeleceu o Brasil Soberano III para apoiar a área de fertilizantes, foram R$ 30 bilhões de crédito para as empresas e abertura de mercado aqui bem destacada, acordo Mercosul, Singapura, EFTA, União Europeia", elencou ele.
Prova do sucesso das medidas, segundo ele, é o recorde de exportação, de US$ 349 bilhões (R$ 1,75 trilhão). "E este ano aumentou mais de 10% sobre o ano passado, de janeiro até setembro. Agora com 700 mercados. Então, vai crescer ainda mais", afirmou.
A entrada em vigor da reforma tributária em 1º de janeiro vai incrementar esse processo, na avaliação do vice-presidente, com exoneração da cesta básica, alimentos mais baratos.
"Hoje, quem investe paga imposto. Se eu fizer uma padaria, uma pequena fábrica ou uma granja, estou pagando imposto. Vai desonerar totalmente o investimento na reforma tributária […] Os estudos do IPEA [Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada] mostram que deve aumentar em 15 anos o PIB a 12%, eficiência econômica, investimento, 14% a mais, e exportação, 17% a mais."

3 de dezembro 2025, 18:33
O ministro de Paula também conversou com a imprensa e informou que, em 2026, o país bateu recorde na corrente de comércio com praticamente todos os destinos comerciais do Brasil,
não apenas no setor agropecuário:
"Estou falando do comércio exterior como um todo. Em média, nós crescemos 10,5% para todo o comércio exterior, em um momento em que tudo parece desafiar, o Brasil acerta na sua diplomacia econômica, comercial e o setor produtivo, sobretudo, responde de maneira assertiva. Um governo que não perde o foco e um setor produtivo capaz de gerar renda, capaz de promover investimentos", declarou ele.
Ainda segundo ele, as exportações brasileiras tiveram alta de 10,4% em 2026 e o acordo Mercosul-União Europeia de maio até agora significou uma expansão de 30% das exportações brasileiras.
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