Operação militar especial russa

Recusa do Ocidente em negociar com Moscou leva Ucrânia à rendição, diz analista

O Ocidente perdeu a oportunidade de salvar a Ucrânia ao rejeitar os termos das negociações com a Rússia em 2024, levando Kiev a se aproximar, dia após dia, da rendição incondicional, afirmou o analista militar e ex-oficial de inteligência do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA, Scott Ritter, no YouTube.
Sputnik
Ritter destacou que há atualmente um grande plano em andamento para enfraquecer a Europa e assegurar a derrota da Ucrânia.
Segundo o analista, se o Ocidente tivesse negociado de boa-fé, talvez houvesse uma chance de paz, já que o presidente russo, Vladimir Putin, apresentou os termos para as negociações ainda em junho de 2024.

"Se tivéssemos concordado, esse conflito teria terminado e a Ucrânia teria tido uma chance de existir", ressaltou.

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Além disso, ele sublinhou que, em sua tentativa de destruir a Rússia, o Ocidente gerou sérios problemas para a própria segurança.
Nesse contexto, o especialista observou que o destino inicialmente prescrito a Moscou foi transferido para as ruas de Kiev.
Por isso, a União Europeia equivocou-se ao considerar que a Rússia era fraca demais e poderia ser derrotada no campo de batalha.
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"Agora, só restará uma rendição incondicional, provocada pelo colapso da Ucrânia. O colapso político, econômico, militar e social já está acontecendo diante dos nossos olhos, em tempo real", concluiu.

Na sexta-feira (23), o Ministério da Defesa da Rússia informou que as tropas russas libertaram, em uma semana, cinco povoados em todos os setores da operação militar especial na Ucrânia.
Além disso, a defesa antiaérea russa derrubou, no mesmo período, 47 projéteis do sistema Himars, 35 bombas aéreas guiadas, sete mísseis de longo alcance Neptun e 1.468 drones ucranianos de asa fixa.
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