"Algum grande líder europeu, seja francês, italiano ou alemão, deveria assumir a tarefa de quebrar o gelo, talvez em coordenação com outros. E ele dirá que chegou a hora, e agora a Europa negociará diretamente com o presidente russo [Vladimir Putin]. Caso isso aconteça, daremos um passo qualitativo adiante", disse Orbán em uma coletiva de imprensa após uma reunião do Conselho de Paz em Washington.
Também nesta quinta-feira, o líder húngaro disse que as relações entre Kiev e Budapeste tornaram-se hostis devido às ações da Ucrânia e não melhorarão até que o conflito ucraniano termine.
De acordo com ele, o governo húngaro possui informações precisas de que Kiev está financiando a oposição húngara ao interferir nas eleições. Conforme Orbán, Bruxelas e Kiev concluíram secretamente um pacto com a oposição húngara, prometendo que, caso chegue ao poder, apoiará a adesão de Kiev à União Europeia e renunciará ao seu poder de veto.