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Mídia: guerra com o Irã expõe fragilidade militar britânica e pressiona Starmer por investimentos
Mídia: guerra com o Irã expõe fragilidade militar britânica e pressiona Starmer por investimentos
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A guerra com o Irã expôs fragilidades das Forças Armadas britânicas e reacendeu a pressão sobre Keir Starmer para ampliar investimentos em defesa, após o... 16.04.2026, Sputnik Brasil
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Segundo a Reuters, a pressão sobre o primeiro‑ministro Keir Starmer para cumprir suas promessas de reforçar o orçamento de defesa aumentou com a crise no Oriente Médio.A demora britânica chamou atenção internacional, inclusive do presidente dos EUA, Donald Trump, que ironizou os porta‑aviões do Reino Unido, enquanto seu secretário de Guerra, Pete Hegseth, criticou a atual dimensão da Marinha Real. Starmer defendeu seu governo afirmando ter promovido o maior aumento sustentado de gastos militares desde a Guerra Fria, embora as forças armadas hoje tenham cerca de metade do tamanho que tinham naquele período.A Marinha Real conta atualmente com 38 mil militares, dois porta‑aviões e 13 destróieres e fragatas — números muito inferiores aos de 1991.Os atrasos no envio de navios ao Chipre reacenderam críticas sobre a disponibilidade da frota, especialmente diante da necessidade de aposentar fragatas antigas e da manutenção prolongada de destróieres. A comparação com a Guerra do Golfo, quando Londres enviou mais de 30 embarcações, evidencia o declínio.O orçamento de defesa também encolheu ao longo das décadas: de 3,8% do produto interno bruto (PIB) no início dos anos 1990 para 2,3% em 2024. A retirada do último navio britânico baseado no Oriente Médio, em dezembro de 2025, deixou a região sem presença naval contínua pouco antes do início da guerra com o Irã.A dissuasão nuclear continua sendo uma das prioridades orçamentárias, consumindo cerca de um quinto dos gastos militares. O sistema Trident, baseado em quatro submarinos da classe Vanguard, mantém patrulhas contínuas e será substituído pela classe Dreadnought na próxima década. Paralelamente, o país aguarda a entrada em serviço de 13 novas fragatas Tipo 26 e Tipo 31.A Força Aérea Real também sofreu forte redução desde 1991: de cerca de 700 aeronaves de combate para pouco mais de 150 atualmente, com um efetivo de 31 mil pessoas. Antes da guerra com o Irã, o Reino Unido havia deslocado F‑35 e Typhoons para o Chipre e o Catar, mas não participa diretamente do conflito, limitando‑se a missões defensivas autorizadas por Starmer.O Exército britânico segue a mesma tendência de encolhimento: hoje tem 74 mil militares em tempo integral, metade do contingente de 1991. A frota de tanques caiu de cerca de 1.200 unidades no fim da Guerra Fria para aproximadamente 150 operacionais.
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Mídia: guerra com o Irã expõe fragilidade militar britânica e pressiona Starmer por investimentos
12:43 16.04.2026 (atualizado: 18:16 16.04.2026) A guerra com o Irã expôs fragilidades das Forças Armadas britânicas e reacendeu a pressão sobre Keir Starmer para ampliar investimentos em defesa, após o atraso no envio de navios ao Mediterrâneo e críticas externas que destacam o declínio das capacidades militares do Reino Unido.
Segundo a Reuters, a pressão sobre o primeiro‑ministro Keir Starmer para cumprir suas promessas de reforçar o orçamento de defesa aumentou com a crise no Oriente Médio.
De acordo com a apuração, a vulnerabilidade da Marinha britânica ficou evidente quando sua base no Chipre foi atingida por um drone e o Reino Unido levou três semanas para enviar um único navio de guerra ao Mediterrâneo Oriental, enquanto França, Grécia e Itália reagiram em poucos dias.
A demora britânica
chamou atenção internacional, inclusive do presidente dos EUA, Donald Trump, que
ironizou os porta‑aviões do Reino Unido, enquanto seu secretário de Guerra, Pete Hegseth, criticou a atual dimensão da Marinha Real. Starmer defendeu seu governo afirmando ter promovido o
maior aumento sustentado de gastos militares desde a Guerra Fria, embora as forças armadas hoje tenham cerca de metade do tamanho que tinham naquele período.
A Marinha Real conta atualmente com 38 mil militares, dois porta‑aviões e 13 destróieres e fragatas — números muito inferiores aos de 1991.
Os atrasos no envio de navios ao Chipre
reacenderam críticas sobre a disponibilidade da frota, especialmente diante da
necessidade de aposentar fragatas antigas e da manutenção prolongada de destróieres. A comparação com a Guerra do Golfo, quando Londres enviou mais de 30 embarcações, evidencia o declínio.
O
orçamento de defesa também encolheu ao longo das décadas:
de 3,8% do produto interno bruto (PIB) no início dos anos 1990 para 2,3% em 2024. A retirada do último navio britânico baseado no Oriente Médio, em dezembro de 2025, deixou a região sem presença naval contínua pouco antes do início da guerra com o Irã.
A dissuasão nuclear continua sendo uma das
prioridades orçamentárias, consumindo cerca de um quinto dos gastos militares. O sistema Trident, baseado em quatro submarinos da classe Vanguard, mantém patrulhas contínuas e será substituído pela classe Dreadnought na próxima década. Paralelamente, o
país aguarda a entrada em serviço de 13 novas fragatas Tipo 26 e Tipo 31.
A Força Aérea Real também sofreu forte redução desde 1991: de
cerca de 700 aeronaves de combate para pouco mais de 150 atualmente, com um efetivo de 31 mil pessoas. Antes da guerra com o Irã, o Reino Unido havia deslocado F‑35 e Typhoons para o Chipre e o Catar, mas
não participa diretamente do conflito, limitando‑se a missões defensivas autorizadas por Starmer.
O Exército britânico segue a mesma tendência de encolhimento: hoje tem 74 mil militares em tempo integral, metade do contingente de 1991. A frota de tanques caiu de cerca de 1.200 unidades no fim da Guerra Fria para aproximadamente 150 operacionais.
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