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Veja como muitas empresas petrolíferas estão se beneficiando do conflito no Oriente Médio
Veja como muitas empresas petrolíferas estão se beneficiando do conflito no Oriente Médio
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As 14 maiores empresas petrolíferas do mundo registraram um lucro líquido combinado de US$ 86 bilhões (cerca de R$ 430,48 bilhões) no primeiro trimestre do... 14.05.2026, Sputnik Brasil
2026-05-14T08:37-0300
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As empresas europeias apresentaram os melhores resultados, em contraste com suas contrapartes norte‑americanas, que registraram lucros líquidos menores.Especialistas da área concordam que esses resultados se devem, em parte, ao fato de que nem todas as empresas petrolíferas possuem o mesmo modelo de negócios. Enquanto as empresas norte‑americanas tendem a se concentrar na exploração e extração, as empresas europeias se especializam em refino e distribuição.Nesse contexto, as 14 maiores empresas petrolíferas do mundo registraram um crescimento de 12% na cifra de negócios, totalizando US$ 771,5 bilhões (aproximadamente R$ 3,87 trilhões).Empresas como a Aramco, da Arábia Saudita, registraram lucros apesar das turbulências no mercado de energia. Essa empresa responde por 40% do lucro total, com ganhos de US$ 32,6 bilhões (cerca de R$ 162,8 bilhões), um aumento de 25% em comparação com o primeiro trimestre de 2025.A petrolífera, que representa 60% da receita do país, afirmou em um relatório que conseguiu contornar as restrições de trânsito pelo estreito de Ormuz utilizando rotas alternativas, o que lhe permitiu alcançar “resultados expressivos”.Empresas como a Shell registraram lucros líquidos de US$ 5,7 bilhões (mais de R$ 28,52 bilhões), um aumento de 19%, enquanto outras, como a TotalEnergies, reportaram ganhos de US$ 5,8 bilhões (cerca de R$ 29,11 bilhões), um aumento de 50%. Outras empresas nessa faixa incluem a Equinor, com US$ 3,1 bilhões (aproximadamente R$ 15,56 bilhões) — um aumento de 18%.Em contraste, as petrolíferas norte‑americanas registraram quedas nos lucros no trimestre. A Chevron, por exemplo, registrou US$ 2,2 bilhões, 37% a menos do que nos três primeiros meses de 2025, enquanto empresas como a ConocoPhillips viram um aumento de 23%, acumulando US$ 2,1 bilhões (cerca de R$ 10,94 bilhões).Especialistas apontam que, embora algumas petrolíferas tenham conseguido salvar seus lucros nesses primeiros meses do conflito no Oriente Médio, esse fenômeno não será sustentável se a situação persistir.
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oriente médio, petróleo, produção de petróleo, conflito, irã, economia, arábia saudita, estreito de ormuz, shell, bp, chevron, energia, lucro
Veja como muitas empresas petrolíferas estão se beneficiando do conflito no Oriente Médio
As 14 maiores empresas petrolíferas do mundo registraram um lucro líquido combinado de US$ 86 bilhões (cerca de R$ 430,48 bilhões) no primeiro trimestre do ano, um aumento de 10,1% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados compilados por veículos de comunicação especializados em economia e finanças.
As
empresas europeias apresentaram os melhores resultados, em contraste com suas
contrapartes norte‑americanas, que registraram lucros líquidos menores.
Especialistas da área concordam que esses resultados se devem, em parte, ao fato de que nem todas as
empresas petrolíferas possuem o mesmo modelo de negócios. Enquanto as
empresas norte‑americanas tendem a se concentrar na exploração e extração, as empresas europeias se especializam em refino e distribuição.
Nesse contexto, as 14 maiores empresas petrolíferas do mundo registraram um crescimento de 12% na cifra de negócios, totalizando US$ 771,5 bilhões (aproximadamente R$ 3,87 trilhões).
Empresas como a Aramco, da Arábia Saudita, registraram lucros apesar das
turbulências no mercado de energia. Essa empresa responde por 40% do lucro total, com ganhos de US$ 32,6 bilhões (cerca de R$ 162,8 bilhões), um aumento de 25% em comparação com o primeiro trimestre de 2025.
A petrolífera, que representa 60% da receita do país, afirmou em um relatório que
conseguiu contornar as restrições de trânsito pelo estreito de Ormuz utilizando
rotas alternativas, o que lhe permitiu alcançar “resultados expressivos”.
Empresas como a Shell registraram lucros líquidos de US$ 5,7 bilhões (mais de R$ 28,52 bilhões), um aumento de 19%, enquanto outras, como a TotalEnergies, reportaram ganhos de US$ 5,8 bilhões (cerca de R$ 29,11 bilhões), um aumento de 50%. Outras empresas nessa faixa incluem a Equinor, com US$ 3,1 bilhões (aproximadamente R$ 15,56 bilhões) — um aumento de 18%.
No entanto, há outros casos em que o crescimento do lucro foi muito mais significativo, como o da petrolífera BP, que reportou lucros de US$ 3,8 bilhões (mais de R$ 19,24 bilhões), um aumento de 459%.
Em contraste, as
petrolíferas norte‑americanas registraram
quedas nos lucros no trimestre. A Chevron, por exemplo, registrou US$ 2,2 bilhões, 37% a menos do que nos três primeiros meses de 2025, enquanto empresas como a ConocoPhillips viram um aumento de 23%, acumulando US$ 2,1 bilhões (cerca de R$ 10,94 bilhões).
Especialistas apontam que, embora algumas petrolíferas tenham conseguido salvar seus lucros nesses primeiros meses do
conflito no Oriente Médio, esse
fenômeno não será sustentável se a situação persistir.
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