"Temos um projeto para uma parceria produtiva de longo prazo, que permitirá uma agenda energética que se torne a força motriz da relação bilateral", acrescentou.
Seria uma forma de conter a China?
"Todo o avanço dos EUA na Síria, no Líbano e no Oriente Médio, desde a época de [Barack] Obama [2009-2017], visava impor seus interesses em uma região contrária aos seus objetivos de longo prazo. Agora, com sua nova estrutura de segurança nacional, fica claro que seu interesse é conter a China", declarou.
Um novo começo?
"O secretário de Energia dos EUA visitou a Venezuela por três dias para avaliar a situação das refinarias venezuelanas, as projeções de produção, as relações, os cronogramas e a questão do investimento e dos avanços tecnológicos nos centros de operações de energia", declarou.
O especialista reconheceu que "os Estados Unidos estão empenhados em garantir que o setor energético da Venezuela volte a prosperar". Ele observou que "a Venezuela não tem problemas em firmar acordos com Washington, apesar de experiências passadas em que o setor foi prejudicado por medidas norte-americanas".
Um futuro promissor?
"Os Estados Unidos e a Venezuela mantêm uma relação energética há um século e meio. Ela começou com a extração de asfalto. Essa relação foi marcada por altos e baixos em nossas relações políticas e geopolíticas", acrescentou.